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A Forma da Água

Título: The Shape of Water Lançamento: 2018 Áudio: Português | Inglês
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A Forma da Água Torrent – Uma história de amor num mundo mágico e misterioso na América em 1963. Elisa (Sally Hawkins) é uma zeladora muda que trabalha em um laboratório onde um homem anfíbio está sendo mantido em cativeiro. Quando Elisa se apaixona com a criatura, ela elabora um plano para ajudá-lo a escapar com a ajuda de seu vizinho. O mundo exterior do laboratório, no entanto, pode revelar-se mais perigoso para o homem anfíbio do que Elisa poderia ter previsto.
 A Forma da Água (2017) on IMDb

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Mais sobre o filme
O mexicano Guillermo del Toro é um aficionado por cinema de monstros e construiu sua carreira em cima disso. Sua paixão por criaturas foi o que fez seu nome e lhe deu status em Hollywood, permeando todos os seus filmes, inclusive os mais sérios, que possuem algo a dizer além dos seres míticos. É exatamente aonde se encaixa este The Shape of Water, homenagem que del Toro realiza para seu filme de monstro preferido da era clássica da Universal, O Monstro da Lagoa Negra (1954). Se formos parar para pensar, este bem que poderia ser uma continuação direta – já que se passa durante a década de 1960, auge da Guerra Fria.

Fonte:  cinepop

Curiosidades

1 – Festival
O filme foi selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Toronto em 2017.

2 – Premiado
Vencedor dos prêmios de Melhor Diretor e Melhor Trilha Sonora no Globo de Ouro 2018. A trama també levou para casa o Leão de Ouro no Festival de Veneza 2017.

3 – Rumo ao Oscar
Indicado às categorias de Melhor Filme, Diretor, Atriz (Sally Hawkins), Atriz Coadjuvante (Octavia Spencer), Ator Coadjuvante (Richard Jenkins), Roteiro Original, Edição, Trilha Sonora, Design de Produção, Fotografia, Figurino, Edição de Som e Mixagem de Som.

4 – Reencontros
Guillermo del Toro já dirigiu Doug Jones na franquia Hellboy e nos filmes O Labirinto do Fauno (2006), A Colina Escarlate (2015) e na série The Strain (2016).

Sally Hawkins e Michael Stuhlbarg trabalharam juntos em Blue Jasmine (2013).

5 -Only one
Guillermo del Toro revelou que Sally Hawkins não foi somente a primeira como a única opção para o papel de Elisa.

6 – Mas Sally não foi a única
Outros personagens do longa foram escritos já tendo em mente os atores que os interpretariam, a exemplo de Octavia Spencer. Segundo a atriz, sua personagem é uma mistura entre sua participação em Histórias Cruzadas (2011) e Estrelas Além do Tempo (2016).
7 – Escalado via e-mail
Richard Jenkins recebeu um e-mail de Guillermo del Toro com a mensagem: “Espero que você ame o roteiro tanto quanto eu”.
8 – Detalhe
Segundo o diretor de fotografia Dan Laustsen, a maior parte do longa foi filmada em estúdio.

9 – Guillermo del Toro, Sally Hawkins e alguns drinks
Guillermo del Toro conheceu Sally Hawkins no Globo de Ouro de 2014, onde o diretor chegu a comentar com ela sobre o filme. O problema é que ele estava muito bêbado para conseguir explicar o roteiro para a atriz.

10 – Calma que tem piores!
Doug Jones demorava três horas para se caracterizar como seu personagem. Apesar do tempo, o ator revelou que já demorou mais horas para se vestir para outros personagens de filmes de Guillermo del Toro.
11- Preto e branco
Guillermo del Toro chegou a cogitar fazer o filme em preto e branco, mas acabou mudando de ideia.

12 – Acabou a espera!
Guillermo del Toro estava trabalhando neste filme desde 2011.

Fonte: adorocinema

Resumo de algumas críticas:

“É tão fácil quanto difícil contar uma história de amor. Os romances englobam a nossa literatura e nosso cinema desde seus primórdios artísticos. Tudo que existe hoje é, portanto, uma reciclagem de ideias, intencional ou não, já utilizadas previamente. O que se mantém ainda é a beleza no fim do que há de contar, ou então apenas o puro contar, moldado para ser a beleza na própria natureza do que é ser belo. A Forma da Água é, acima de tudo, uma história de amor. Um conto de fadas, como A Bela e a Fera. Uma narrativa que, assim como outras fantásticas, transpira pelo seu contar a beleza invocada da improvável relação entre dois amantes supostamente inconciliáveis. A zeladora muda Elisa Esposito (Sally Hawkins) encontra em uma criatura do mar, aprisionada por homens do governo, a metade de sua laranja, como diria uma canção de Fábio Júnior. Para fins poéticos, assim como o filme propriamente dito, o “monstro” marítimo é uma representação dela mesma, as guelras são as cicatrizes de seu passado, o silêncio é uma constante para os dois. Aliado a vários aparatos convencionais, mas eficientes, para levar a história adiante, Guillermo Del Toro nos apresenta mais uma fantasia de excelência, um belo contar de histórias atemporal. Em um primeiro plano de obviedade, o diretor mexicano é um mestre na criação de monstros. Nesta sua obra, todo o contexto mais evidente do Homem-Anfíbio (Doug Jones) é político, embora este contenha um quê místico pincelado nas horas certas, o que permite que o gênero fantasia seja realçado certeiramente, criando um ambiente dualmente realista e surrealista. A Guerra Fria está a todo vapor, os russos estão em cena, mas as altas possibilidades de avanços científicos estão com os americanos, que aprisionaram uma lendária criatura da América do Sul, tratada como Deus pelos nativos. Em uma de suas várias camadas, A Forma da Água é um filme de espionagem competente, que, felizmente, não permite se sobressair, nem se submeter ao desleixo de indiferença perante o que é realmente importante: a história de amor. Com a intenção estabelecida e o foco encontrado, Del Toro tem a missão árdua de nos fazer apaixonar tanto por Elisa e pela criatura, quanto pelos dois juntos, em uníssono. Para compor todo nosso deslumbramento audiovisual, o começo dessa aproximação do espectador com a paixão é a composição estética do monstro. Em uma homenagem aos seres que cresceu assistindo, em especial ao ser título de O Monstro da Lagoa Negra, Del Toro atinge o seu ápice na confecção de uma criatura mágica, a mais impressionante já feita até agora por ele. É inacreditável que o filme não tenha sido indicado na categoria de Maquiagem e Cabelo no Oscar, visto que o trabalho dos realizadores nesse quesito, assim como em outros técnicos, os quais ainda fornecem uma coesão visual entrelaçada, é estupendo. Isso se dá pois a cinematografia de Dan Lausten fornece nos planos tonalidades esverdeadas e azuladas, condizentes com a atmosfera aquática da obra. A fotografia alia-se ao visual da espécie, fazendo a criatura parecer parte do tóxico cenário sessentista quando é, na verdade, uma intrusa nele. A computação gráfica imprime o que precisa imprimir, e contribui com o contar de histórias, criando um olhar expressivo e magnético que recebe toda a atenção devida da equipe de efeitos visuais. No mais, a performance de Doug Jones denota toda a fisicalidade imagética imaginável.[…]” fonte: planocritico 

“Já em seus primeiros minutos, A Forma da Água menciona príncipes e princesas através da voz de um narrador que nos promete uma história única de amor ameaçada por um monstro, criando uma introdução que deixa clara para o espectador a natureza de fábula clássica que o filme adotará ao longo das duas horas seguintes. E, de fato, este novo trabalho do mexicano Guillermo del Toro poderia perfeitamente vir na forma de uma animação da Disney – isto é, caso não tivesse certa parcela de violência gráfica e, claro, cenas com fortes conotações sexuais. Combinação harmoniosa de O Monstro da Lagoa Negra e A Bela e a Fera – vistos através do filtro particular de del Toro (e da co-roteirista Vanessa Taylor) -, A Forma da Água acompanha uma faxineira, Elisa Esposito (Hawkins), que trabalha em um laboratório secreto ligado ao governo norte-americano e no qual uma criatura aquática misteriosa (Jones) é mantida para estudos. Muda, a mulher estabelece uma comunicação não-verbal com a cobaia que resulta num encantamento mútuo. Assim, quando o responsável pela segurança do local, o cruel Strickland (Shannon), convence seus superiores a permitirem que a criatura seja executada e dissecada, Elisa pede ao melhor amigo, Giles (Jenkins), que a ajude a salvá-la, contando ainda com o apoio da também faxineira Zelda (Spencer) em sua missão. Abraçando a fantasia e o horror de sua história com o apuro visual que sempre exibe em seus projetos, o diretor usa o filme como uma declaração de amor ao próprio Cinema e ao poder que este possui de nos transportar para universos tão distintos do nosso cotidiano – e, portanto, é apenas natural que em algumas cenas a protagonista surja (sozinha ou com Giles) assistindo a musicais clássicos na tevê em preto-e-branco do amigo (a trama se passa na década de 60). Aliás, tampouco é surpreendente que, aqui e ali, Elisa leve algo do romantismo dos velhos filmes para sua própria vida, como, por exemplo, ao repetir o sapateado de Bill Robinson e Shirley Temple em A Mascote do Regimento, numa referência que se torna ainda mais apropriada quando nos lembramos de que aquele foi o primeiro número de dança inter-racial do Cinema norte-americano (obviamente, sem qualquer conotação romântica, já que Robinson tinha 71 anos e Temple, 7). Do mesmo modo, é interessante como a vida interior de Elisa, quando tenta manifestar seu amor pelo Homem Anfíbio, ganhe a forma de um musical de Fred Astaire e Ginger Rogers, numa breve e bela sequência de dança em preto-e-branco.[…]” fonte: cinemaemcena

“Uma ode aos desajustados, aos incompreendidos, aos outsiders, aos párias. Uma homenagem ao cinema. Um convite ao escapismo. É isso o que Guillermo del Toro faz com The Shape of Water, filme vencedor do Festival de Veneza 2017, uma produção de cativante beleza, interpretada por um elenco afiadíssimo (que deveria levar todos os prêmios da temporada).Passada nos anos 1960 (quando a Guerra Fria pegava fogo), a história é apresentada como uma fábula, protagonizada por uma “princesa sem voz”. “O que eu posso dizer sobre ela?”, anuncia o narrador. Mas ele logo se recolhe. Ao invés de dizer, del Toro mostra, usando a imagem como protagonista, na melhor concepção do que vem a ser o cinema.Muda (e nem por isso infeliz), a faxineira Eliza Esposito (Sally Hawkins, hipnótica) trabalha numa base secreta do governo dos Estados Unidos, que inclui um laboratório comandado pelo doutor Hoffstetler (Michael Stuhlbarg). Uma criatura capturada nos confins da América do Sul é levada para lá. Pouco a pouco, Eliza vai se afeiçoando a ela. Sim, quem ama o feio bonito lhe parece.[…]” fonte: adorocinema

Galeria

 

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